• Direcção da ANIESA aposta na credibilidade institucional e na presença em todo o país


    Luanda - O inspector-geral da Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA), João Fernando Quiúma, definiu como prioridades do seu mandato a consolidação da imagem da instituição, a modernização dos métodos de trabalho e o alargamento dos serviços a todo o território nacional.

    As metas foram apresentadas esta quinta-feira, em Luanda, durante a cerimónia de tomada de posse orientada pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca.

    João Fernando Quiúma, que já dirigia a instituição, foi reconduzido no cargo na sequência da aprovação do novo Estatuto Orgânico da ANIESA. Na mesma cerimónia, tomaram posse como inspectores-gerais adjuntos Jordão Escrivão Gomes e Elsio Carlos Domingos Manuel.

    Valorizar quem está no terreno

    Entre as linhas de orientação do mandato, o inspector-geral destacou a melhoria das condições de trabalho dos funcionários. Segundo explicou, esta aposta é essencial para aumentar a capacidade de resposta da instituição e elevar o seu desempenho.

    Uma instituição estratégica para a economia

    Na sua intervenção, Dionísio da Fonseca sublinhou que a ANIESA ocupa um lugar central na reforma do Estado. O ministro de Estado lembrou que cabe à instituição contribuir para um melhor ambiente de negócios, fazer cumprir a legislação que rege as actividades económicas e defender os direitos dos consumidores.

    O governante chamou ainda a atenção para a fiscalização da qualidade e da segurança alimentar dos produtos que chegam às famílias angolanas. Na sua visão, o trabalho da ANIESA deve orientar os agentes económicos para o cumprimento das normas legais.

    Para Dionísio da Fonseca, o desafio da instituição passa por encontrar o equilíbrio entre dois objectivos: criar condições para que as empresas cresçam e garantir que os bens e serviços disponíveis no mercado respeitam os padrões de qualidade e segurança exigidos.

    O ministro reafirmou o compromisso do Executivo com um ambiente económico favorável ao empreendedorismo, em que as empresas possam produzir, comercializar e prestar serviços à população, sempre com respeito pela qualidade, pela lei e pela segurança alimentar.